Vivemos um tempo de doenças e diagnósticos, problemas e explicações. Vencemos os dias gerando ciências novas sobre fatos muito velhos.
Atacamos sem parar a natureza e não nos detemos por nada. Consumimos meios importantes sem grande explicação racional. Estocamos coisas das quais necessitaremos daqui meses. Desperdiçamos comida, energia, recursos naturais e agimos como se tudo fosse infinito.
Habitamos o infinito, mas não temos garantia de que os elementos existentes em nosso planeta irão garantir a continuidade da nossa espécie.
Tá! Mas os outros habitantes do nosso planeta também deixarão de existir se perecermos?! Alguns sim, alguns não. Nossa clareza sobre isto é mínima.
Ainda não precisamos qual o destino das espécies extintas no grande cataclisma que extinguiu os dinossauros. Nem sabemos exatamente a idade da humanidade, ou do Universo.
Nossas suposições de um século atrás caíram por terra em sua grande maioria.
Mas, num outro sentido, não há indeterminações. A natureza busca, desde o início do Cosmos, o equilíbrio. E as perturbações na ordem que desconhecemos sempre geram inovações invisíveis, mas, que um dia saberemos, presentes em nossas vidas.
A natureza, aqui na Terra e em todos os pontos do Universo encontrará o equilíbrio. Resta saber se continuaremos fazendo parte da equação, seja pela nossa atitude pouco responsável com o nosso Mundo, seja pela possibilidade de reequilíbrio das forças universais.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
quinta-feira, 19 de maio de 2011
ENCONTROS E DESENCONTROS
Normalmente quando pegamos uma "fila daquelas", não encontramos um endereço, desencontramos de uma pessoa com quem queríamos conversar a nossa tendência é praguejar e maldizer.
As expressões ficam de um negativismo doloroso. Os palavrões parecem inevitáveis e os passos a mais que damos um fardo pesadíssimo.
Aí é que tá.
Muitas vezes este probleminhas evitam que soframos grandes prejuízos pessoais, emocionais, físicos até.
Histórias sobre isto eu teria muitas.
Do amigo que eu não via há 3 anos e reencontrei na saída de um banco onde fiquei preso numa fila.
Da desconhecida que me deu o endereço de um especialista em problemas pulmonares.
Do acidente de carro que não aconteceu por causa de um diálogo estranho com meu pai.
Este é o nosso carma coletivo.
Buscamos dinheiro, prestígio, poder, conforto, reconhecimento, mas não remuneramos, prestigiamos, empoderamos, confortamos ou reconhecemos as pessoas.
Sim, as pessoas. São elas que vão nos dar tudo que teremos amanhã. Seja com amizade, com a indicação para um novo trabalho, a paciência de nos ouvir nos maus momentos, a capacidade de nos dar amor quando deixamos de acreditar na voz do coração.
Assim, quando problemas vierem, quando desencontros ocorrerem, procure olhar o que acontece logo depois.
Olhe firme para o tabuleiro de xadrez em que estava, para os 10 acontecimentos que vieram a seguir.
Tente lembrar quem você encontrou, quem ajudou, quem cruzou o seu caminho.
Você vai dar um lindo sorriso. E depois me dizer que foi Deus, o destino, o acaso.
Eu acredito na primeira hipótese.
Você pode crer nas outras.
Mas saiba que, para além da rotina, do medo, da dor, há lindos momentos, memórias inesquecíveis e anjos à sua volta, guardando sua vida de perigos que você jamais conhecerá.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
As expressões ficam de um negativismo doloroso. Os palavrões parecem inevitáveis e os passos a mais que damos um fardo pesadíssimo.
Aí é que tá.
Muitas vezes este probleminhas evitam que soframos grandes prejuízos pessoais, emocionais, físicos até.
Histórias sobre isto eu teria muitas.
Do amigo que eu não via há 3 anos e reencontrei na saída de um banco onde fiquei preso numa fila.
Da desconhecida que me deu o endereço de um especialista em problemas pulmonares.
Do acidente de carro que não aconteceu por causa de um diálogo estranho com meu pai.
Este é o nosso carma coletivo.
Buscamos dinheiro, prestígio, poder, conforto, reconhecimento, mas não remuneramos, prestigiamos, empoderamos, confortamos ou reconhecemos as pessoas.
Sim, as pessoas. São elas que vão nos dar tudo que teremos amanhã. Seja com amizade, com a indicação para um novo trabalho, a paciência de nos ouvir nos maus momentos, a capacidade de nos dar amor quando deixamos de acreditar na voz do coração.
Assim, quando problemas vierem, quando desencontros ocorrerem, procure olhar o que acontece logo depois.
Olhe firme para o tabuleiro de xadrez em que estava, para os 10 acontecimentos que vieram a seguir.
Tente lembrar quem você encontrou, quem ajudou, quem cruzou o seu caminho.
Você vai dar um lindo sorriso. E depois me dizer que foi Deus, o destino, o acaso.
Eu acredito na primeira hipótese.
Você pode crer nas outras.
Mas saiba que, para além da rotina, do medo, da dor, há lindos momentos, memórias inesquecíveis e anjos à sua volta, guardando sua vida de perigos que você jamais conhecerá.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
terça-feira, 17 de maio de 2011
SE VOCÊ NÃO VAI AO TREINAMENTO O TREINAMENTO VAI ATÉ VOCÊ
Desde que comecei a trabalhar profissionalmente, em 1985, sempre defendi que os profissionais, qualquer que seja a função e a profissão devem passar por treinamentos constantemente. Quanto mais aprendizado, mais fácil a execução de nossas tarefas diárias e menos tempo para aperfeiçoarmos os conhecimentos que teremos que usar nas missões complexas.
E sempre há momentos especialmente desafiadores pelo caminho.
Em 2005 comecei a buscar meu aprimoramento com treinamentos constantes e isto me fez extremo bem. Quando deixei minnha segunda atividade(brasileiro sempre trabalha dobrado) em 2009 estava mais próximo de um bom equilíbrio pessoal e profissional. Mas a falta dos treinamentos mexeu comigo.
E então eu comecei a ter um olhar mais acurado sobre algumas questões, vitais para a vida pessoal e profissional.
Quando via um filme e ele me ensinava algo, quando lia um livro que tinha uma lição inesperada, quando ia a algum compromisso meio a contragosto e me sentia bem eu firmava a certeza de que quando você não vai ao treinamento, o treinamento vai até você. E o torna melhor.
Por isso, entendo como fundamental afinar o olhar, ouvir com atenção- e até alguma tensão - para que aproveitemos o melhor das idéias enquanto somos razoavelmente jovens e ainda produtivos.
Mas, é claro que, mesmo as pessoas que não tem mais exigências profissionais e já descansam em sua zona de conforto, tem a ganhar se souberem ver e ouvir, perdoar e compreender.
A sabedoria é fruto do tempo, mas o sucesso é o exercício diário das melhores aptidões, até seu mais completo refinamento. E isto se faz aproveitando as oportunidades e trabalhando duro.
Oscar Schmidt, Michael Jordan, Yelena Isinbayeva, Kelly Slater, Valentino Rossi e tantos outros estão aí pra provar.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
E sempre há momentos especialmente desafiadores pelo caminho.
Em 2005 comecei a buscar meu aprimoramento com treinamentos constantes e isto me fez extremo bem. Quando deixei minnha segunda atividade(brasileiro sempre trabalha dobrado) em 2009 estava mais próximo de um bom equilíbrio pessoal e profissional. Mas a falta dos treinamentos mexeu comigo.
E então eu comecei a ter um olhar mais acurado sobre algumas questões, vitais para a vida pessoal e profissional.
Quando via um filme e ele me ensinava algo, quando lia um livro que tinha uma lição inesperada, quando ia a algum compromisso meio a contragosto e me sentia bem eu firmava a certeza de que quando você não vai ao treinamento, o treinamento vai até você. E o torna melhor.
Por isso, entendo como fundamental afinar o olhar, ouvir com atenção- e até alguma tensão - para que aproveitemos o melhor das idéias enquanto somos razoavelmente jovens e ainda produtivos.
Mas, é claro que, mesmo as pessoas que não tem mais exigências profissionais e já descansam em sua zona de conforto, tem a ganhar se souberem ver e ouvir, perdoar e compreender.
A sabedoria é fruto do tempo, mas o sucesso é o exercício diário das melhores aptidões, até seu mais completo refinamento. E isto se faz aproveitando as oportunidades e trabalhando duro.
Oscar Schmidt, Michael Jordan, Yelena Isinbayeva, Kelly Slater, Valentino Rossi e tantos outros estão aí pra provar.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
CHEIRO DE QUASE INFÂNCIA.
CHEIRO DE QUASE INFÂNCIA
Pode parecer estranho, mas o quartel da Polícia Militar do Paraná pra mim, tem cheiro de quase infância. Foi no início da adolescência que eu passei a fazer parte do Colégio da PMPR. E convivi quatro anos com gente de excelente qualidade.
O preparo adquirido no Colégio usei na vida privada, para passar no primeiro vestibular, em Jornalismo, aos 17 anos. Meus colegas, grande parte, incorporaram à PM e são hoje oficiais superiores.
Uma homenagem como a entrega da medalha Coronel Sarmento é sempre feita de toda pompa, circunstância e solenidade.
E durante o evento as atenções se voltam aos homenageados. Logo depois uma grande confraternização tem início.
Terminada a homenagem, as conversas envolvem homens de valor e, mesmo quando a oportunidade é para uma rápida troca de idéias há um espaço para recordar pequenas coisas: um apelido do tempo do colegial, uma aptidão pouco usada(tirar raiz quadrada de cabeça, mais rápído que a calculadora) ou saber por onde andam os amigos que ontem eram apenas jovens em busca de seus sonhos e hoje são responsáveis por importantes ações da maior corporação do Paraná.
Hoje soube algumas coisas interessantes. E todas elas, embora não incidam na minha vida diária, me deixaram feliz, pois tive a certeza, mais uma vez, de que jovens obstinados e bem encaminhados são capazes de chegar a postos importantes, enfrentar grandes responsabilidades, sem deixar de lado a amizade.
É claro que a vida nos afasta, cada um cumpre seu trabalho, mas cada vez que um amigo passa, aperta a sua mão e conta uma boa novidade o coração se aquieta e a mente encontra razões pra vencer os dias, à espera de um novo encontro com gente de valor.
O preparo adquirido no Colégio usei na vida privada, para passar no primeiro vestibular, em Jornalismo, aos 17 anos. Meus colegas, grande parte, incorporaram à PM e são hoje oficiais superiores.
Uma homenagem como a entrega da medalha Coronel Sarmento é sempre feita de toda pompa, circunstância e solenidade.
E durante o evento as atenções se voltam aos homenageados. Logo depois uma grande confraternização tem início.
Terminada a homenagem, as conversas envolvem homens de valor e, mesmo quando a oportunidade é para uma rápida troca de idéias há um espaço para recordar pequenas coisas: um apelido do tempo do colegial, uma aptidão pouco usada(tirar raiz quadrada de cabeça, mais rápído que a calculadora) ou saber por onde andam os amigos que ontem eram apenas jovens em busca de seus sonhos e hoje são responsáveis por importantes ações da maior corporação do Paraná.
Hoje soube algumas coisas interessantes. E todas elas, embora não incidam na minha vida diária, me deixaram feliz, pois tive a certeza, mais uma vez, de que jovens obstinados e bem encaminhados são capazes de chegar a postos importantes, enfrentar grandes responsabilidades, sem deixar de lado a amizade.
É claro que a vida nos afasta, cada um cumpre seu trabalho, mas cada vez que um amigo passa, aperta a sua mão e conta uma boa novidade o coração se aquieta e a mente encontra razões pra vencer os dias, à espera de um novo encontro com gente de valor.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A SAÍDA DA TRAUMATOLOGIA
Você entra num hospital, todo quebrado. Dores amarram seus movimentos. O diagnóstico é trauma. O grau muda caso a caso. Mas sabemos que algo o machucou gravamente.
Uma hora foi queda, na outra acidente. As vezes foi briga, tiro, desavença em família, briga de torcida, insatisfação expressa do jeito errado.
Alguem deu um soco num poste e quem sofreu foi a mão. Outro chutou o balde e machucou o pé. Velhinhos caíram em casa e jovens foram atropelados nas ruas.
Mas um dia, depois de certo tempo internados, se decreta que é hora de sair, ir pra casa, voando embora.
Na saída da traumatologia há um certo tique coletivo, o transtorno obsessivo compulsivo de olhar pra trás, com medo que a dor se repita, ou esperando um conselho de alguém, ou algum sorriso que anestesie a alma, já que o corpo com o tempo acostuma com novos limites.
Lá neste lugar estranho sentimos necessidade do outro. Quisera sentíssemos antes e, provavelmente, não teríamos nos machucado tanto, pois o outro, o amigo, a enfermeira, o irmão, o pai, a pessoa amada são realmente aqueles que regem nossos movimentos, que nos apoiam nos momentos de crise, de invalidez, seja do corpo, seja do espírito.
É preciso encontrar ao menos duas vezes a saída da traumatologia. A primeira para que possamos saber quem está conosco, neste momento precioso. A segunda pra vermos que o sol, a chuva, a grama, as nuvens,os pássaros continuam lá, movendo este ciclo perpétuo, que apelidamos de vida.
Se um dia você precisar da traumatologia faça o ciclo completo. E não esqueça de, ao sair, levar consigo seus sonhos, seus valores, sua fé.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
Uma hora foi queda, na outra acidente. As vezes foi briga, tiro, desavença em família, briga de torcida, insatisfação expressa do jeito errado.
Alguem deu um soco num poste e quem sofreu foi a mão. Outro chutou o balde e machucou o pé. Velhinhos caíram em casa e jovens foram atropelados nas ruas.
Mas um dia, depois de certo tempo internados, se decreta que é hora de sair, ir pra casa, voando embora.
Na saída da traumatologia há um certo tique coletivo, o transtorno obsessivo compulsivo de olhar pra trás, com medo que a dor se repita, ou esperando um conselho de alguém, ou algum sorriso que anestesie a alma, já que o corpo com o tempo acostuma com novos limites.
Lá neste lugar estranho sentimos necessidade do outro. Quisera sentíssemos antes e, provavelmente, não teríamos nos machucado tanto, pois o outro, o amigo, a enfermeira, o irmão, o pai, a pessoa amada são realmente aqueles que regem nossos movimentos, que nos apoiam nos momentos de crise, de invalidez, seja do corpo, seja do espírito.
É preciso encontrar ao menos duas vezes a saída da traumatologia. A primeira para que possamos saber quem está conosco, neste momento precioso. A segunda pra vermos que o sol, a chuva, a grama, as nuvens,os pássaros continuam lá, movendo este ciclo perpétuo, que apelidamos de vida.
Se um dia você precisar da traumatologia faça o ciclo completo. E não esqueça de, ao sair, levar consigo seus sonhos, seus valores, sua fé.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
AS MELHORES NOTÍCIAS, DE GRAÇA
Seu filho nasceu. Ele está bem. A mãe está linda.
A lua cheia enfeita a noite.
O trabalho termina e há tempo pra uma revoada de andorinhas.
Crianças sorriem, jogando bola, subindo nas árvores.
O mar bate suavemente na praia.
Meigos olhares se tocam sem pressa
Ouve-se música suave
Orações iluminam os caminhos dos livres
A fé remove as pedras dos caminhos
Magicamente sentimos amor
O espelho d'água nos reflete totalmente apaixonados
Repousamos em paz no colo da amada
MAIS NADA
A lua cheia enfeita a noite.
O trabalho termina e há tempo pra uma revoada de andorinhas.
Crianças sorriem, jogando bola, subindo nas árvores.
O mar bate suavemente na praia.
Meigos olhares se tocam sem pressa
Ouve-se música suave
Orações iluminam os caminhos dos livres
A fé remove as pedras dos caminhos
Magicamente sentimos amor
O espelho d'água nos reflete totalmente apaixonados
Repousamos em paz no colo da amada
MAIS NADA
MUDANDO TODOS OS DIAS
Por JOSILIANO DE MELLO MURBACH
Nós fazemos todos os dias algum tipo de transformação em nossas vidas. Com o tempo ficamos mais arredios a isto, seja pelo acúmulo de responsabilidades do dia-a-dia, seja pela questão física. Muitas vezes esquecemos que esta transformação inclui nosso corpo, que muda e se renova a cada segundo.
Passamos muitos minutos de nossas vidas cultuando a morte, temendo perecer e não nos lembramos que nosso corpo morre e renasce, descansa e persiste, pois hoje e amanhã podem ser apenas este instante e o próximo, reconstruindo cada nuance de nosso ser.
Lido com notícias todos os dias e elas nunca me parecem repetidas, apesar de determinados fatos serem explorados ao limite da exaustão.
Mas uma das coisas que mais me motiva é ver que as pessoas que chegam ao sucesso continuam fazendo questão de aprender e assim vão se transformando à nossa frente.
Há aprendizados que são mais libertadores, outros acabam sendo limitadores. Mas todas as experiências novas nos adestram para que um dia tiremos o melhor de cada segundo.
Nossa alma precisa ganhar "massa muscular" como os jovens atletas muito magros, mas também tem que aprender a superar limites, não apenas do tempo, como também de frustrações e rejeições que nos tornam frágeis por um lado e duros por outro.
Mudando todos os dias a traumatologia das nossas emoções diminui. E esquecendo as dores momentâneas nós ficamos aptos a receber novos estímulos e conhecer novas pessoas.
Nós fazemos todos os dias algum tipo de transformação em nossas vidas. Com o tempo ficamos mais arredios a isto, seja pelo acúmulo de responsabilidades do dia-a-dia, seja pela questão física. Muitas vezes esquecemos que esta transformação inclui nosso corpo, que muda e se renova a cada segundo.
Passamos muitos minutos de nossas vidas cultuando a morte, temendo perecer e não nos lembramos que nosso corpo morre e renasce, descansa e persiste, pois hoje e amanhã podem ser apenas este instante e o próximo, reconstruindo cada nuance de nosso ser.
Lido com notícias todos os dias e elas nunca me parecem repetidas, apesar de determinados fatos serem explorados ao limite da exaustão.
Mas uma das coisas que mais me motiva é ver que as pessoas que chegam ao sucesso continuam fazendo questão de aprender e assim vão se transformando à nossa frente.
Há aprendizados que são mais libertadores, outros acabam sendo limitadores. Mas todas as experiências novas nos adestram para que um dia tiremos o melhor de cada segundo.
Nossa alma precisa ganhar "massa muscular" como os jovens atletas muito magros, mas também tem que aprender a superar limites, não apenas do tempo, como também de frustrações e rejeições que nos tornam frágeis por um lado e duros por outro.
Mudando todos os dias a traumatologia das nossas emoções diminui. E esquecendo as dores momentâneas nós ficamos aptos a receber novos estímulos e conhecer novas pessoas.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
ALÉM DO CAOS
Interpretamos o caos como a mais absoluta desordem, a total entropia da matéria, onde as condições de ser, de existir, de pensar são as mais difíceis, mas há algo além...
Todos os dias, no meio de todas as impossibilidades alguém encontra algo novo, belo, fortalecedor, esclarecedor e motivante.
Meu propósito com este blog é ter um espaço para não discutir apenas a óbvia e sistêmica corrupção da política, os problemas corriqueiros da economia e a degradação da sociedade, mas, também, e apesar de tudo, a nossa capacidade de reconstrução, inovação e enfrentamento dos desafios nossos de todos os dias.
Também abrimos este espaço a críticas e colaborações de colegas e amigos.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
JORNALISTA - FENAJ 1408
Fone(41) 8439-0764
Todos os dias, no meio de todas as impossibilidades alguém encontra algo novo, belo, fortalecedor, esclarecedor e motivante.
Meu propósito com este blog é ter um espaço para não discutir apenas a óbvia e sistêmica corrupção da política, os problemas corriqueiros da economia e a degradação da sociedade, mas, também, e apesar de tudo, a nossa capacidade de reconstrução, inovação e enfrentamento dos desafios nossos de todos os dias.
Também abrimos este espaço a críticas e colaborações de colegas e amigos.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
JORNALISTA - FENAJ 1408
Fone(41) 8439-0764
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