Por JOSILIANO DE MELLO MURBACH
Nós fazemos todos os dias algum tipo de transformação em nossas vidas. Com o tempo ficamos mais arredios a isto, seja pelo acúmulo de responsabilidades do dia-a-dia, seja pela questão física. Muitas vezes esquecemos que esta transformação inclui nosso corpo, que muda e se renova a cada segundo.
Passamos muitos minutos de nossas vidas cultuando a morte, temendo perecer e não nos lembramos que nosso corpo morre e renasce, descansa e persiste, pois hoje e amanhã podem ser apenas este instante e o próximo, reconstruindo cada nuance de nosso ser.
Lido com notícias todos os dias e elas nunca me parecem repetidas, apesar de determinados fatos serem explorados ao limite da exaustão.
Mas uma das coisas que mais me motiva é ver que as pessoas que chegam ao sucesso continuam fazendo questão de aprender e assim vão se transformando à nossa frente.
Há aprendizados que são mais libertadores, outros acabam sendo limitadores. Mas todas as experiências novas nos adestram para que um dia tiremos o melhor de cada segundo.
Nossa alma precisa ganhar "massa muscular" como os jovens atletas muito magros, mas também tem que aprender a superar limites, não apenas do tempo, como também de frustrações e rejeições que nos tornam frágeis por um lado e duros por outro.
Mudando todos os dias a traumatologia das nossas emoções diminui. E esquecendo as dores momentâneas nós ficamos aptos a receber novos estímulos e conhecer novas pessoas.
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