Vivemos um tempo de doenças e diagnósticos, problemas e explicações. Vencemos os dias gerando ciências novas sobre fatos muito velhos.
Atacamos sem parar a natureza e não nos detemos por nada. Consumimos meios importantes sem grande explicação racional. Estocamos coisas das quais necessitaremos daqui meses. Desperdiçamos comida, energia, recursos naturais e agimos como se tudo fosse infinito.
Habitamos o infinito, mas não temos garantia de que os elementos existentes em nosso planeta irão garantir a continuidade da nossa espécie.
Tá! Mas os outros habitantes do nosso planeta também deixarão de existir se perecermos?! Alguns sim, alguns não. Nossa clareza sobre isto é mínima.
Ainda não precisamos qual o destino das espécies extintas no grande cataclisma que extinguiu os dinossauros. Nem sabemos exatamente a idade da humanidade, ou do Universo.
Nossas suposições de um século atrás caíram por terra em sua grande maioria.
Mas, num outro sentido, não há indeterminações. A natureza busca, desde o início do Cosmos, o equilíbrio. E as perturbações na ordem que desconhecemos sempre geram inovações invisíveis, mas, que um dia saberemos, presentes em nossas vidas.
A natureza, aqui na Terra e em todos os pontos do Universo encontrará o equilíbrio. Resta saber se continuaremos fazendo parte da equação, seja pela nossa atitude pouco responsável com o nosso Mundo, seja pela possibilidade de reequilíbrio das forças universais.
JOSILIANO DE MELLO MURBACH
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