GENEALOGIA
Pesquisa genealógica é complicada. Mas tem suas compensações. E muita similaridade com o Jornalismo. É preciso ir fundo, descobrir as partes, viajar por muitos destinos. E descobrir um festival de nomes que sequer imaginamos que pudessem fazer parte da nossa história pessoal.
A genealogia da mãe tem muito de portuguesa, espanhola e brasileira. Mas a do pai é uma viagem entre o Centro e... o Leste Europeu. Países mortos como a Áustria- Hungria, regiões como a Bohemia e a Bukovina.
O que na infância a gente chamava de sopa de letrinhas no nome dos amigos de escola hoje ´´e parte da nossa origem.
Partindo do meu sobrinho listei mais de 80 sobrenomes dos dois lados.
E cheguei aos limites da árvore com Fuchs, Trauner, Weber, Kovalczik, Pscheidt, Rieppl, Grassl, Hofmann, Wendelberger, Stohr, Lang, Winkelbauer, Weishaupl, Schwarz, Muller, Hartinger, Gaschler, Seidel, Hoff, Gartmann, Lindner, Rossler, Meyer, Grass,Schmidt, Hasenkopf, Wolf, Schroder, Murbach, Vogeli, Krauss, Luksch, Klug, Muller, Zimmerli, Gudka, Labudzianka, Benkowski, Rankel, Herzer, Schmalzi, Wagner, Rufli, Wei, Frost, Wojkowska, Werbitz, Brunner, Henni, Graichen, Hubner, Fleischer,.
Isto tudo antes dos casamentos dos meus tios avós , que se uniram a Rosa, Ornellas Pimentel, França da Silva, Delponte, Pedro, Sieben, Goll, Schuster, Wrobleski, fora outros sobrenomes que já haviam se incrustrado à nossa história em gerações anteriores.
Do lado da minha mãe, os Mello(Ferreria de Mello) se misturam a Carneiro Lobo, Branco e Silva, Rodrigues, França, Silveira, SIqueira, Rocha, Gonçalves, Carvalhaes, Lopes, Duarte, Camargo, Correia, Costa, Moraes.
Meus tios do lado materno se casaram com Bittencourt, Cunha, Prado, Ferreira da Costa e Murbach.
Já meus tios do lado materno se unem a Rosa, Stubert, Popp, Lopes, Valença ,Fogaça, Rabelo, Balardini e outros tantos sanjeronimenses.
Uma enorme riqueza, histórias de um agricultor, um estatístico, uma professora, uma artesã, um jornalista, um engenheiro, um químico. E no passado fazendeiros, professores, músicos, donas de casa. Todos somando capacidades e problemas, amores e ódios, alegrias e tristezas em nossas veias.
Até aqui descobri 333 anos de história de um lado e 605 do outro, mas sei que há muito mais, nesta arqueologia do amor que nos faz um pouco mais humanos.
Pesquisa genealógica é complicada. Mas tem suas compensações. E muita similaridade com o Jornalismo. É preciso ir fundo, descobrir as partes, viajar por muitos destinos. E descobrir um festival de nomes que sequer imaginamos que pudessem fazer parte da nossa história pessoal.
A genealogia da mãe tem muito de portuguesa, espanhola e brasileira. Mas a do pai é uma viagem entre o Centro e... o Leste Europeu. Países mortos como a Áustria- Hungria, regiões como a Bohemia e a Bukovina.
O que na infância a gente chamava de sopa de letrinhas no nome dos amigos de escola hoje ´´e parte da nossa origem.
Partindo do meu sobrinho listei mais de 80 sobrenomes dos dois lados.
E cheguei aos limites da árvore com Fuchs, Trauner, Weber, Kovalczik, Pscheidt, Rieppl, Grassl, Hofmann, Wendelberger, Stohr, Lang, Winkelbauer, Weishaupl, Schwarz, Muller, Hartinger, Gaschler, Seidel, Hoff, Gartmann, Lindner, Rossler, Meyer, Grass,Schmidt, Hasenkopf, Wolf, Schroder, Murbach, Vogeli, Krauss, Luksch, Klug, Muller, Zimmerli, Gudka, Labudzianka, Benkowski, Rankel, Herzer, Schmalzi, Wagner, Rufli, Wei, Frost, Wojkowska, Werbitz, Brunner, Henni, Graichen, Hubner, Fleischer,.
Isto tudo antes dos casamentos dos meus tios avós , que se uniram a Rosa, Ornellas Pimentel, França da Silva, Delponte, Pedro, Sieben, Goll, Schuster, Wrobleski, fora outros sobrenomes que já haviam se incrustrado à nossa história em gerações anteriores.
Do lado da minha mãe, os Mello(Ferreria de Mello) se misturam a Carneiro Lobo, Branco e Silva, Rodrigues, França, Silveira, SIqueira, Rocha, Gonçalves, Carvalhaes, Lopes, Duarte, Camargo, Correia, Costa, Moraes.
Meus tios do lado materno se casaram com Bittencourt, Cunha, Prado, Ferreira da Costa e Murbach.
Já meus tios do lado materno se unem a Rosa, Stubert, Popp, Lopes, Valença ,Fogaça, Rabelo, Balardini e outros tantos sanjeronimenses.
Uma enorme riqueza, histórias de um agricultor, um estatístico, uma professora, uma artesã, um jornalista, um engenheiro, um químico. E no passado fazendeiros, professores, músicos, donas de casa. Todos somando capacidades e problemas, amores e ódios, alegrias e tristezas em nossas veias.
Até aqui descobri 333 anos de história de um lado e 605 do outro, mas sei que há muito mais, nesta arqueologia do amor que nos faz um pouco mais humanos.
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