PEQUENOS ORGULHOS
Alba de Mello Murbach tinha uma coleção de pequenos orgulhos: o anel de professora normalista, o fato de ter sido oradora de turma, a alegria de colocar os dois filhos e os homens na Universidade(sempre no primeiro vestibular), A inspetoria Regional de Ensino de Pitanga e a direção do Ginásio Nereu Ramos em Manoel Ribas, que ela chamava carinhosamente de "minha coroa de louros".
...Aos filhos não dava muita trela, mas guardava os recortes de quando a filha foi rainha da primavera do Grupo Escolar, de todos os vestibulares dos filhos e do neto, dos recortes das matérias do filho mais velho, feitos diária e meticulosamente por anos. O anúncio do casamento do mais novo na coluna de Dino Almeida.
O filho mais velho também foi um dos oradores da turma do Talento Jornalismo 2013(aos 47 anos), quebrando um paradigma.
Também tinha os orgulhos de professora, de ensinar bons caminhos, de colocar o filho de um policial na linha e receber o apoio do pai, de criar um coral, de fazer uma festa dos Estados homenagenado cada região d o Brasil(trabalho de muita pesquisa).
Também criou um todo premiado com bexigas pra uma festa junina do Grupo Esoclar em 1975 e achou graça quando uma loja em Curitiba anunciou isto como novidade em 2010"inventaram a roda de novo", disse ela.
Também fez dos seus rebeldes de sala de aula bons cidadãos. Um só pensava em jogar bola. Ela mandou ele fazer redação e explicar a matemática do jogo. Outro, em Marialva, era encrenqueiro pra caramba, mas adorava música e ela o dirgiu pra tocar na fanfarra. Resultado: o talento superou a rebeldia e as notas melhoraram.
Vítor Chepanski , pai da minha amiga Márcia Chepanski , confessava sobre a professora Alba que "era uma boa professora, séria, enérgica, braaaaaba", mas parou na rua para cumprimentá-la e agradece-la. E ela disse depois, aos filhos, em casa, "são momentos assim que compensam todos os sacrifícios de uma sala de aula".
Alba de Mello Murbach tinha uma coleção de pequenos orgulhos: o anel de professora normalista, o fato de ter sido oradora de turma, a alegria de colocar os dois filhos e os homens na Universidade(sempre no primeiro vestibular), A inspetoria Regional de Ensino de Pitanga e a direção do Ginásio Nereu Ramos em Manoel Ribas, que ela chamava carinhosamente de "minha coroa de louros".
...Aos filhos não dava muita trela, mas guardava os recortes de quando a filha foi rainha da primavera do Grupo Escolar, de todos os vestibulares dos filhos e do neto, dos recortes das matérias do filho mais velho, feitos diária e meticulosamente por anos. O anúncio do casamento do mais novo na coluna de Dino Almeida.
O filho mais velho também foi um dos oradores da turma do Talento Jornalismo 2013(aos 47 anos), quebrando um paradigma.
Também tinha os orgulhos de professora, de ensinar bons caminhos, de colocar o filho de um policial na linha e receber o apoio do pai, de criar um coral, de fazer uma festa dos Estados homenagenado cada região d o Brasil(trabalho de muita pesquisa).
Também criou um todo premiado com bexigas pra uma festa junina do Grupo Esoclar em 1975 e achou graça quando uma loja em Curitiba anunciou isto como novidade em 2010"inventaram a roda de novo", disse ela.
Também fez dos seus rebeldes de sala de aula bons cidadãos. Um só pensava em jogar bola. Ela mandou ele fazer redação e explicar a matemática do jogo. Outro, em Marialva, era encrenqueiro pra caramba, mas adorava música e ela o dirgiu pra tocar na fanfarra. Resultado: o talento superou a rebeldia e as notas melhoraram.
Vítor Chepanski , pai da minha amiga Márcia Chepanski , confessava sobre a professora Alba que "era uma boa professora, séria, enérgica, braaaaaba", mas parou na rua para cumprimentá-la e agradece-la. E ela disse depois, aos filhos, em casa, "são momentos assim que compensam todos os sacrifícios de uma sala de aula".
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