quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

QUANDO OS POLÍTICOS OUVIAM

10 de junho de 2014 Via Facebook
QUANDO OS POLÍTICOS OUVIAM
Em 1988 fui trabalhar com um suplente de deputado estadual. E ajudei na eleição dele em 1990. E colaborei com ele em 1994. O trabalho foi bom. E o melhor daquela época era conseguir ser ouvido quando a gente prestava assessoria.
Nunca tive papas na língua, nem o compromisso de ficar calado. O meu melhor eu dou com liberdade de expressão, de iniciativa, de opinião e, particularmente, de escrita.
Um texto feito de verdade pode ser adequado ao público-alvo. Um texto forçado, cansado, verticalizado com a opinião do chefe que nunca erra, quase nunca é publicado. Falta-lhe arte, amor, paixão, alegria.
E foi com esta alegria que a votação do deputado de Pitanga dobrou sem forçação de barra. O trabalho da assessoria fluía e os valores que ele revelou foram aproveitados(muitos conheceram Cata, Zazá, Maninha) em várias secretarias de Estado.
Da relação com o parlamentar, amigo de longos anos, guardei bons exemplos, muita admiração e a certeza de que ele faz falta ao Parlamento.
Mas a visão política o levou a ser secretário, coordenador da campanha de governador e depois voltar à iniciativa privada, onde é um homem de sucesso. Nunca deixou o partido, até o presidiu, mas não esqueceu de si, da família e dos negócios.
Prestou um bom serviço ao povo paranaense e depois voltou à sua vida pessoal com discrição, mas sempre com sucesso.
Saudades das conversas instigantes com Renato Adur.

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