SAMBA E EXALTAÇÃO
O samba é uma das belas formas de brasilidade. Quem não o tem no pé ou na alma não entende o poder de caixas, taróis, atabaques, cavaquinhos e tantans.
A batida seca do surdo de primeira da Mangueira é única, com ou sem paradona.
E é neste ritmo que levamos a vida, excintantemente, até encontrarmos nossos limites;
Depois vem a dor dos dias, a falta de pessoas, a morte do amor-pr...óprio e vamos nos mascarando pra viver.
Eu ouço samba, danço samba e amo a alma brasileira.
Como eu disse ao amigo Arno Jr. horas atrás, não entendo como não sei ao menos um pouco de alemão.
Por outro lado tenho clareza de que o português exprime grandemente as minhas emoções.
Mas não dispenso a alegria, a motivação e o prazer que me dá ouvir o colombiano Andrés, o sotaque peruano de Luz, nem de ver o olhar feliz da suiça Mirjan que falando em inglês relata conhecer a região dos meus avós, Gachlingen, em Schaffhausen, norte da Suiça.
E sim, quando minhas emoções correspondem aos meus valores, às minhas paixões eu sofro, eu grito e me exalto.
É a ira santa, tão bem cantada por Fafá de Belém. Nesta exaltação posso ser pouco educado às vezes. Não negocio democracia, liberdade de expressão, de Imprensa; não abro mão de torcer pelo Corinthians e pelo Grêmio Maringá(mesmo na terceirona paranaense).
Mas não me entendam mal os meus faceamigos, pois quem não tem opinião, quem não tem valores, nem causas a defender, nem família pra honrar não está vivo.
E enquanto o Brasil for um país, tiver um hino, uma bandeira, suas seleções, seus diplomatas, cientistas, jornalistas, enfim, cidadãos eu vou ouvir, lá no fundo, o Hino Nacional oficial e seus filhos(Aquarela do Brasil e Pra não dizer que não falei das flores).
E sim, vou discutir, vou por minha nação pra cima, vou contar nossas vitórias, vou cantar junto.
Amanhã, se o hino parar, for editado, vou continuar, vou em frente.Rumo norte, sempre.
O samba é uma das belas formas de brasilidade. Quem não o tem no pé ou na alma não entende o poder de caixas, taróis, atabaques, cavaquinhos e tantans.
A batida seca do surdo de primeira da Mangueira é única, com ou sem paradona.
E é neste ritmo que levamos a vida, excintantemente, até encontrarmos nossos limites;
Depois vem a dor dos dias, a falta de pessoas, a morte do amor-pr...óprio e vamos nos mascarando pra viver.
Eu ouço samba, danço samba e amo a alma brasileira.
Como eu disse ao amigo Arno Jr. horas atrás, não entendo como não sei ao menos um pouco de alemão.
Por outro lado tenho clareza de que o português exprime grandemente as minhas emoções.
Mas não dispenso a alegria, a motivação e o prazer que me dá ouvir o colombiano Andrés, o sotaque peruano de Luz, nem de ver o olhar feliz da suiça Mirjan que falando em inglês relata conhecer a região dos meus avós, Gachlingen, em Schaffhausen, norte da Suiça.
E sim, quando minhas emoções correspondem aos meus valores, às minhas paixões eu sofro, eu grito e me exalto.
É a ira santa, tão bem cantada por Fafá de Belém. Nesta exaltação posso ser pouco educado às vezes. Não negocio democracia, liberdade de expressão, de Imprensa; não abro mão de torcer pelo Corinthians e pelo Grêmio Maringá(mesmo na terceirona paranaense).
Mas não me entendam mal os meus faceamigos, pois quem não tem opinião, quem não tem valores, nem causas a defender, nem família pra honrar não está vivo.
E enquanto o Brasil for um país, tiver um hino, uma bandeira, suas seleções, seus diplomatas, cientistas, jornalistas, enfim, cidadãos eu vou ouvir, lá no fundo, o Hino Nacional oficial e seus filhos(Aquarela do Brasil e Pra não dizer que não falei das flores).
E sim, vou discutir, vou por minha nação pra cima, vou contar nossas vitórias, vou cantar junto.
Amanhã, se o hino parar, for editado, vou continuar, vou em frente.Rumo norte, sempre.
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